Acontece em Fevereiro em Ponta Grossa
23.02: Projeto Quarta Cultural “Show de piano com Newton Schner Jr”
O pianista autodidata Newton Schner Jr. é considerado uma das revelações musicais do cenário local por trazer em seu repertório composições próprias em “ritmo neoclássico, romântico e melancólico”, como ele mesmo se define. Nesta apresentação estará mostrando seu trabalho mais recente: Dias de Nostalgia. Atualmente Newton Jr. possui onze trabalhos lançados, todos feitos com recursos próprios. Os principais temas de suas composições estão focados em questões pessoais e literatura, em especial a alemã, através da qual criou obras baseadas em Goethe e Schiller. Um trabalho repleto de melodias simples, melancólicas e tocantes, recomendado aos ouvintes da música romântica erudita.
Promoção- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do artista | Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa | Horário: 20h | Ingressos: R$ 2,00 ( preço único) | Classificação: Livre
28.02: Projeto Cine Sesc – Mostra Temática: “Cinco Vezes Lucia Murat”
Promoção- SESC PG | Apoio Cultural: SMCT | Local: Cine Teatro Ópera – Auditório B | Ingressos: Entrada Franca
Filme: “Que Bom Te Ver Viva”- 1989, 98 min. | Classificação indicativa: 16 anos | Tema para debate: Ditadura no Brasil
Sinopse: O filme aborda a tortura durante o período de ditadura no Brasil, mostrando como suas vítimas sobreviveram e como encaram aqueles anos de violência duas décadas depois. “Que Bom Te Ver Viva” mistura os delírios e fantasias de uma personagem anônima, interpretada pela atriz Irene Ravache, alinhavado os depoimentos de oito ex-presas políticas brasileiras que viveram situações de tortura. Mais do que descrever e enumerar sevícias, o filme mostra o preço que essas mulheres pagaram, e ainda pagam, por terem sobrevivido lúcidas à experiência de tortura. Para diferenciar a ficção do documentário, Lúcia Murat optou por gravar os depoimentos das ex-presas políticas em vídeo, como o enquadramento semelhante ao de retrato 3×4; filmar seu cotidiano à luz natural, representando assim a vida aparente; e usar a luz teatral, para enfocar o que está atrás da fotografia – o discurso inconsciente do monólogo da personagem de Irene Ravache.